Estatísticas 2020

2018 2019 2020 Var. (%)
Janeiro 761.838 833.313 884.060 +6%
Fevereiro 733.831 803.782 885.229 +10%
Março 887.144 970.104 428.744 -56%
Abril 1.042.042 1.146.059 2.575 -99%
Maio 1.093.781 1.188.880 9.349 -99%
Junho 1.080.119 1.211.061 75.383 -94%
Julho 1.151.468 1.296.859 371.047 -71%
Agosto 1.218.609 1.349.804
Setembro 1.132.079 1.252.269
Outubro 1.089.893 1.180.773
Novembro 861.027 922.888
Dezembro 889.387 949.292
Total 11.941.218 13.105.084
Rolling Year: 8.311.413
Previsão 2020:

Top 12 City Pairs

Paris 1.606.102 470.991 Bruxelas
Lisboa 1.069.092 450.556 Frankfurt
Madrid 968.195 417.678 Funchal
Londres 855.822 393.575 Milão
Genebra 695.268 341.107 Luxemburgo
Barcelona 691.925 337.706 Amesterdão

Histórico

1999 2000 2001 2002 2003 2004
2.832.722 2.731.637
2.682.511
2.573.799 2.605.946 2.944.134
2005 2006 2007 2008 2009 2010
3.108.186 3.402.805 3.986.748 4.535.813 4.509.350 5.283.361
2011 2012 2013 2014 2015 2016
6.004.589 6.055.021 6.372.470 6.932.816 8.088.907 9.378.392
2017 2018 2019
10.788.628 11.941.218 13.105.084

_______________________________________________________________
1: A previsão é efectuada com base nas ocupações históricas das várias companhias aéreas que operam aeroporto, ajustadas ao sector médio e à oferta de lugares prevista para o ano.

*: provisório

48 opiniões sobre “Estatísticas 2020”

  1. Hoje passaram-me um pequeno estudo da RDC Aviation sobre quais seriam as bases das LCCs europeias mais rentáveis entre Abril 2019 e Março 2020… e eis que aparece a da Ryanair no Porto, em 11º lugar por lucro total (73M€). A margem operacional calculada é de 25%.

    Obviamente é um estudo, e principalmente nesta altura do campeonato pouco vale, mas conhecendo as ferramentas que eles usam, a forma como fazem os cálculos e a base de dados que está atrás, é provavelmente o mais próximo que se consegue fazer. Pessoalmente fiquei surpreendido, não pensei que estivessem com margens tão altas, mesmo comparando com a média deles (13% no FY19).

    1. Informação muito pertinente, Pedro !.
      Para quem poderia ter alguma dúvida, por aí se vê a importância do AFSC, no contexto atual europeu !.
      Muito obrigada pela partilha !. ✈️👌

  2. Hoje saíram no Presstur as estatísticas de Julho, como esperado já bastante melhor que Junho. O AFSC continua a ser, com diferença, dos grandes aeroportos do país aquele com um ritmo de recuperação mais acelerado. Em Julho de 2019 o aeroporto foi responsável por 21% dos passageiros na rede ANA, este ano foi 30%.

    Nota positiva para o mercado Porto – França, que foi o principal mercado desde Portugal em Julho (+20% de passageiros que o 2º principal, Lisboa – França). Num ano normal seria o 5º maior. Porto – Suíça foi o 3º maior mercado internacional.

    Por outro lado, as ocupações médias continuam baixas, apenas 2/3 dos lugares ocupados. Esperemos que agora em Agosto os números consigam melhorar um bocado, mas não é um bom pronuncio para Setembro – Outubro.

    1. Ficam com a mesma programação que teriam normalmente, a par da Swiss, Luxair e Wizzair que até estão com mais voos que o habitual. Obviamente um bom sinal.

  3. Já temos estatísticas do primeiro semestre completo, e consequentemente de Junho. Não deu para chegar aos 100.000, mas também não ficamos muito longe.

    Comparativamente aos números de ocupações médias que tem sido reportados na Europa, diria que não começamos mal, até porque em Junho praticamente todos os voos internacionais estavam sujeitos a restrições. Mesmo assim, e conforme antecipamos, os mercados tradicionais da emigração estiveram bastante bem, à excepção do Reino Unido, por motivos conhecidos. Os voos para a Suíça, por exemplo, tiveram ocupação média de 90% (a tal fraca procura).

    Já mercados mais dependentes de turismo tiveram um desempenho muito fraco, que não surpreende graças às restrições. Os voos para Budapeste, por exemplo, só tiveram 21% de ocupação. Veremos como corre Julho, mas com menos restrições seguramente as coisas vão correr melhor.

    1. Lol poupa-me! Isso foi em Maio, durante o confinamento. É normal que mantivessem o essencial com a capital. O problema da TAL foi o total desrespeito para com o Porto nos planos da companhia a partir de Julho. Compara isso com os planos da Ryanair no Porto nessa época…
      Mas esse texto nem admira nada vindo da PressTurLisboa, que estão sempre a falar mal do Porto e dos portuenses por reinvindicarem aquilo que é justo!

    2. O Allure também já tinha mencionado esse artigo há uns dias, eu nem comentei porque o nível “jornalistico” da peça está a par do Correio da Manhã e portanto tem zero valor. Podiam ter feito o mesmo mas trocando Lisboa por Porto e Ryanair por Swiss, por exemplo, mas isso iria em contra da agenda deles. Além disso, é sabido que a TAP é um dos principais financiadores da PressTur, portanto a imparcialidade deles no que toca à TAP é inexistente.

      De resto, neste momento é ver a Ryanair com 2 aviões baseados no Porto a trabalhar e nenhum em Lisboa. Ou ver as chegadas durante o dia de hoje de companhias estrangeiras e da TAP em Porto e em Lisboa:
      – Companhias estrangeiras: 20 no Porto – 25 em Lisboa (proporção 8:10, que normalmente seria 7:10)
      – TAP: 1 no Porto (para Lisboa…) – 8 em Lisboa (proporção 8:80, bem diferente de 8:10 das estrangeiras)

  4. Temos já as estatísticas do primeiro trimestre, bastante abaixo do ano passado como previsto. Março com -56%, em linha com o esperado. Abril será perda quase total, e esperemos que na 2ª metade de Maio já se comece a ver algum movimento.

    1. Eu acho que iremos ter grandes quedas durante todos os meses deste ano. Sem vacina, mesmo que os voos retomem, muita gente não vai querer viajar.

    2. Infelizmente, não é expectável uma baixa siginificativa do nº de passageiros pelo menos até ao início do verão? os movimentos não estão em baixa como por quase toda a Europa? basta ver o ‘flightradar24’…

  5. Li hoje um tweet sobre a vida pós covid das subsidiárias low-cost das companhias tradicionais (Transavia/AF-KLM, Vueling/Iberia, Eurowings/Lufthansa, etc…)
    Embora não tenha percebido o modelo de ação diferenciado da TAP Express/TAP, que opinião têm acerca destes mercados e as repercussões que tudo isto irá ter na aviação, numa altura em que a própria IATA afirma que a própria vida pré covid talvez não seja uma realidade em breve prazo !?

    1. Bom dia a todos. Espero que se encontrem todos bem.
      A retomarmos os padrões estabelecidos antes da pandemia creio que irá levar bastante tempo. Não uns simples meses, diria até anos, mas é difícil fazer projeções sem se saber o quanto irá o vírus afetar a população global. Ao nível de saúde, economia, social…. Mas perante o atual cenário será, certamente, um processo lento.

      Fiquem bem. Aguardemos pelo início dos voos 🙂

    2. Os dados que vão surgindo da China, que é quem vai mais avançado nesta questão, mostram que o tráfego doméstico está a recuperar muito bem, embora o internacional esteja claramente em baixa. Imagino que na Europa acabará por passar o mesmo, voos domésticos e na área Schengen provavelmente vão recuperar rapidamente, com tarifas em baixa mas recuperam, enquanto os internacionais vão sofrer. Nessas condições, as LCCs em principio saem melhor paradas, mas vamos ver.

    3. Pedro, tenho visto o número crescente neste blog de temas relacionados com a vida pós covid.
      Passo a fazer uma sugestão:
      – Criar um separador denominado, por exemplo, “Pós Covid-19” onde se passa esta discusão para lá e onde, a exemplo das tabelas S29, W20, S20 … se cria uma outra, ou algo do género, para acompanhar o reinício da máquina do serviço comercial de passageiros.
      É inevitável uma atualização de S20, mas isso talvez seja melhor para o final da temporada como também W20 irá merecer, logo desde o início uma atualização face aos carregamentos que as companhias vão fazendo.
      Sabendo de ante mão que tudo isto é mais trabalho para ti, é só mesmo uma sugestão 🙂
      Uma Páscoa Feliz, embora diferente, para todos !
      Cuidem-se

    4. Boa ideia PMF, criei agora a página para irmos discutindo à medida que vamos tendo noticias:
      Link

      O tópico de S20 realmente vou deixar para mais tarde, porque o ritmo de mudança ainda é muito grande para fazer essas contas. Posso é publicar entretanto os numeros detalhados de 2019, só faltam os números das rotas domésticas de resto já é tudo publico. Para o balanço de W19 também não devemos demorar a ter os dados que faltam.

  6. Olá a todos, espero que estejam todos bem, o máximo possível resguardados em casa.
    Estive um pouco resistente em vir escrever aqui, desta vez em moldes um pouco diferentes do que habitualmente tenho feito.
    Escusado será dizer que vivemos tempos difíceis… Quem diria a 2 de março (primeiro caso de COVID-19 em Portugal) que esta situação iria alcançar esta magnitude mundial e mortífera.
    Tenho pensado nesta situação em duas perspectivas: na vertente humanitária e na vertente dos movimentos aéreos.
    Há muito tempo que considerava que toda esta correria diária tinha que fazer um pausa, mas nem em sonhos pensava que esta pausa seria provocada por uma doença mundial. Esta pausa, ainda que necessária, irá levar, inevitavelmente, a um novo olhar sobre as nossas necessidades que se irão refletir nas nossas escolhas e prioridades. Infelizmente, e quase certo, esta infeção, após passado o pico da pandemia, irá conduzir a uma crise económica brutal em todos os países.
    Aguardei por novos desenvolvimentos sobre a parte aérea. E escrevo, logo a seguir a ver a notícia de que o projeto do Aeroporto do Montijo e a ampliação do Aeroporto Humberto Delgado estão cancelados (e para muitos que pensam que cancelado significa adiado – cancelado é mesmo cancelado). Para já, a até ser decretada a suspensão de obras públicas, as obras no taxi do AFSC continuam (e a bom ritmo). Mas nem tudo são boas notícias.
    Neste momento temos um aeroporto (quase) todo parado. E o arranque não será, de todo, o reinício das atuais operações suspensas. Acredito que a par com a FlyBe (em que a COVID-19 foi apenas uma pequena areia no processo) algumas outras irão cair, principalmente lowcost’s (refiro-me e.g. à Norwegian e a Jet.2) e muitas outras, as ditas “de bandeira” irão demorar a ressurgir.
    No nossos espaço, o AFSC, espero algumas quebras principalmente na Emirates, na Turkish, na RAM e na Aegean já para não falar nas lowcost’s que estão em terra, por tempo indeterminado.
    Este será, por certo, um ano quase nulo esperando com esperança que 2021 seja o recomeço progressivo e positivo da máquina já com a ampliação (talvez não tão necessária nesta altura) do taxi completamente finalizada e pronta a utilizar para um melhor funcionamento do AFSC.

    Desejo de saúde para todos e o máximo de recolhimento possível!
    Mª Sá

    1. O cancelamento das obras era fake news alguém que se lembrou de mandar um e-mail para as redações dos jornais a fingir que era do estado a anunciar isso

    2. Acho que poucos teríamos imaginado as proporções que isto levaria, pessoalmente nunca pensei que chegássemos a este ponto, mesmo assistido em pessoa à imposição de restrições na Ásia já em Janeiro. Ainda assim, acredito que mais semana menos semana o regresso a uma certa normalidade é inevitável.

      No que respeita à aviação, com o nº de variáveis em movimento, acho muito difícil prever o que aí vem, embora partilhe da opinião que a industria se vai levantar, tal como já se levantou depois do 11 de Setembro ou da crise do inicio da década. E tal como nesses momentos surgiram oportunidades, agora provavelmente também as haverá. No inicio desta década o país soube aproveitar esse momento, esperemos que desta também consiga.

    3. Traçando um plano, não real tendo em conta a pandemia, mas seguindo a linha evolutiva que estavamos a levar que companhias estariam na calha?
      Na minha opinião de necessidade para a o AFSC apontava a Aer Lingus que esteve já quase há uns anos, a SAS para Estocolmo, um incremento definitivo da Air Corsica e a Austrian para Viena acompanhado pelo excelente resultado que levava a Wizz e a Lauda

    4. Tenho algumas duvidas, a SAS e a Austrian quase de certeza estariam fora do baralho, com a estrutura de custos que tem dificilmente fariam sentido mesmo em condições normais. O caso da Aer Lingus já o discutimos algumas vezes aqui, poderia ser, a Air Corsica também embora o mercado provavelmente ficasse melhor servido com uma Volotea / easyJet / Ryanair.

      Por outro lado, o interesse da CV Airlines era publico, a JetBlue também chegou a mostrar numa apresentação como possível destino com A321, a Qatar também embora eu não acredite muito. Também tínhamos a possível entrada da LH no capital da TAP, que poderia abrir portas mais para a frente, mas que provavelmente vai ficar em águas de bacalhau nos próximos tempos.

  7. Muita força a todos os bloguistas do ‘blog’ do nosso AFSC… estou certo que o AFSC como todos nós sairemos mais fortes e de boa saúde. Forte abraço (virtual…) a todos/as bloguistas!

    1. Obrigado Luis, José, espero que todos estejam bem e em casa. Estes dias obviamente estamos um bocado parados por aqui, mas se tiverem algum topico que vos pareça interessante discutir podemos tentar preparar alguma coisa. Um abraço a todos!

    2. Sei lá Pedro que tal uma perspectiva sobre o que poderá acontecer a indústria. Com margens a balizar a coisa

      Se ha pessoa que aprendi a respeitar a opinião é a do pedro sempre informado sempre rigoroso, um gosto..

    3. Essa esta na calha, mas acho que nesta altura ainda é cedo. Parece claro que teremos um ajuste em baixa da oferta, mas a dimensão é difícil de avaliar. Os dados que tem aparecido da China, e mesmo as movimentações que vemos nas frotas de algumas companhias ocidentais de acelerar a retirada de aviões mais velhos apontam para valores de -10 a -30%, mas ainda são muito verdes para se poder extrapolar.

      No caso da Europa, teremos ainda que ver como vai ser a acção dos vários Estados nas respectivas companhias de bandeira. No passado esses apoios seriam considerados ajudas de Estado e teriam que haver contrapartidas, mas desta vez não será o caso, o que abre muitos cenários, desde reestruturação em baixa, a substituições forçadas de aviões antigos por outros mais amigos do ambiente, até injecções em excesso para dar um empurrão ao sector nesse país. Em Portugal haverá seguramente essa discussão em relação à TAP, a que teremos que estar particularmente atentos.

  8. Gostaria apenas de desejar “o melhor”, para o mentor deste blog (Pedro) e para os demais participantes e interessados desta página.
    Protejam-se todos muito bem e estou certo, que o nosso querido AFSC, terá dias melhores, num futuro próximo. Abraço a todos(as).

    1. ainda agora estava a ver, lisboa tem 8 aviões a ir ou vir para lisboa, no Porto apenas 3 avioes e 2 sao de carga. Será que com isto alguma empresa de viação vai resistir?? Pois mesmo que a “epoca alta” este ano vai ser muito fraca com o medo das pessoas de sair muito

  9. Começam a multiplicar-se os casos de coronavirus no Porto, de longe a cidade mais infetada do país. Temo o pior sinceramente…

    1. Embora não espere grandes surpresas, ainda só tenho dados completos por rota até ao 3T 2019. Quando tiver os dados completos posso divulgar.

    2. Ok
      Obrigado.
      É apenas curiosidade sendo que indicará evolução do perfil da procura

    1. Fevereiro deverá ser bom, até porque teve mais um dia… o 29.
      Deverá crescer 10% fácil…
      Mas com todo este alarmismo, os 14 Milhões serão difíceis de bater, só se houver outra surpresa tipo anúncios recentes da easyJet.
      A final da supertaca europeia, se tiver equipas inglesas, serão uns 50 mil a vir de avião. Vamos ver as expectativas para o melhor Agosto de sempre 😊😊

  10. À espera dos números de Janeiro, abrimos o tópico com a previsão inicial para este ano, na casa dos 13.7 milhões. Contrariamente a anos anteriores esta previsão fica ligeiramente abaixo da previsão da ANA, que seria na casa dos 13.9M.

    1. Infelizmente, suspeito que o coronavirus vai dar um rombo nas estatísticas … Tenho conhecimento nos que me rodeiam de quem já não fez viagens programadas e de quem ainda não marcou férias. Espero que não se verifique a temida pandemia…

    2. A sentir já estamos, porque a procura para a Ásia está mais fraca, mas espero que com o passar do tempo toda esta histeria passe, tal como aconteceu com a Gripe A há uns anos.

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